Por detrás da diarreia infecciosa: O papel da microbiota

Publicado em 11 Junho 2024
Atualizado em 20 Junho 2024

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Publicado em 11 Junho 2024
Atualizado em 20 Junho 2024

Pelo menos três fezes líquidas ou soltas por dia: esta é a definição geralmente aceite de diarreia, de acordo com a OMS. É preciso ter em conta que a presença dos dois critérios (frequência + consistência) é necessária: a emissão frequente de fezes formadas (e, portanto, de consistência normal) não é diarreia, nem a emissão de fezes moles com uma frequência normal, como nos bebés amamentados.

Embora seja "comum" nas formas benignas, a diarreia é tudo menos inofensiva: foi responsável por 1,6 milhões de mortes em 2016, sobretudo entre crianças mal nutridas ou imunocomprometidas, ou pessoas que vivem com VIH. A principal causa destas mortes é a desidratação grave associada à perda de fluidos em movimentos intestinais repetidos.

A maioria dos casos de diarreia aguda deve-se a uma infeção por microrganismos patogénicos, que podem ser vírus, bactérias ou parasitas1-3

"As doenças diarreicas continuam a ser a terceira principal causa de morte em crianças com menos de 5 anos.“ 1 

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