Dieta: Impacto na Microbiota Intestinal

Apesar da nossa flora intestinal ser determinada, provavelmente, pelos nossos genes e ambiente em que vivemos, não restam dúvidas de que é influenciada pela nossa dieta. A diversidade e qualidade do nosso bolo alimentar contribui para o equilíbrio da nossa microbiota intestinal – e, sem dúvida, também contribui para a nossa saúde no geral.

A flora intestinal é formada progressivamente desde o nascimento. São vários os elementos que influenciam a sua composição, em particular a natureza do leite que o recém-nascido ingere. Os bebés amamentados com leite materno têm uma flora microbiótica diferente dos bebés que bebem leite do biberão. Apesar do leite materno ser o sempre a primeira opção, as fórmulas enriquecidas com prebióticos e probióticos têm propriedades nutricionais favoráveis ao ecossistema da microbiota intestinal.


Os hábitos da dieta modulam a composição da microbiota

Na idade adulta, a composição qualitativa e quantitativa da microbiota permanece relativamente estável.  No entanto, ainda é afetada pela diversidade e natureza dos nossos hábitos alimentares: tanto a falta de comida como a composição da última refeição podem rapidamente alterar a biodiversidade das bactérias. Os macronutrientes como polissacarídeos (açúcares), gorduras e proteínas ingeridas pelo hospedeiro são quebrados em porções pela microbiota intestinal. Determinadas fibras alimentares, em particular as fibras solúveis, como a inulina (especialmente presente na alcachofra e endívia), são prebióticos que estimulam o crescimento de bactérias “boas” na flora intestinal. Como resultado final, contribuem diretamente para que a microbiota se mantenha estável e saudável.

Desta forma, é muito provável que a alteração de hábitos alimentares, se prolongada, tenha consequências para a saúde, abrindo assim a possibilidade de novas alternativas terapêuticas via alimentação.

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Prebióticos: o essencial para os compreender

Uma única letra separa o prebiótico do probiótico, o bastante para os confundir! Para complicar ainda mais, os dois têm a mesma “vocação”: equilibrar a nossa microbiota e melhorar a nossa saúde. No entanto, eles são bem diferentes devido à sua natureza e ao seu modo de ação. Relativamente novos, os prebióticos são pouco conhecidos pelos consumidores. Do que se trata? Onde os encontramos? Quais são os seus benefícios? Para sair da confusão, vamos fazer um balanço!

Prébiotiques

O que é um prebiótico?

Uma primeira definição “oficial” dos prebióticos foi proposta em 1995. Depois disto, ela evoluiu em função dos avanços do conhecimento sobre o papel e o funcionamento da microbiota humana1,2.

Pequena história de uma definição

Em 1995, os prebióticos foram definidos pela primeira vez por dois cientistas, Glenn Gibson e Marcel Roberfroid3. Para eles eram “compostos não digeríveis da alimentação que possuem um benefício para a saúde do indivíduo, estimulando, de modo específico, o crescimento e/ou a atividade de um ou de certos microrganismos que habitam o colón”. Esta definição foi, por várias vezes atualizada até que em 2016 um conjunto de especialistas internacionais concordaram com “substrato seletivamente utilizado pelos microrganismos do hospedeiro que lhe conferem benefícios para a saúde4.

Em resumo, são substâncias que “alimentam”, de modo direcionado, certos microrganismos da microbiota benéficos para o nosso corpo. E ao fazer isso, melhoram a nossa saúde. Eles não são substratos (alimentos) que serão utilizados pela maioria dos microrganismos da microbiota5 e muito menos bactérias que poderiam nos deixar doentes como certas espécies de clostrídios e de E. coli!6.

O que muda, o que fica: os prebióticos hoje e amanhã

Segundo a definição de 1995, apenas alguns compostos da família dos glicídios podiam ser considerados como prebióticos7. O termo “substrato”, que foi recentemente preferido pelos especialistas, aumenta o conceito dos prebióticos além destes glicídios, para tudo o que alimenta especificamente as bactérias da microbiota, proporcionando benefício à saúde8,9.

Para além disso, os prebióticos podem agir noutras áreas do corpo que possuem microbiota como os intestinos. Eles podem agir ao nível da pele, da cavidade oral ou da vagina10.

Os microrganismos visados pelos prebióticos não são determinados na primeira e mais recente definição. Historicamente, trata-se de bifidobactérias e lactobacilos reconhecidos pelo seu benefício na saúde e também utilizadas como probióticos11. Elas são, ainda hoje, os géneros mais comuns testados e utilizados como alvo dos prebióticos. Mas sabemos, hoje, que outros também metabolizam os prebióticos e podem participar igualmente na nossa saúde . As pesquisas são orientadas, assim, para os prebióticos, estimulando espécies como os Propionibacterium, Faecalibacterium, Eubacterium, Akkermansia ou Roseburia .

Regras para conseguir o rótulo de “prebiótico”

Entretanto, a definição de prebióticos foi ampliada15, e não se pode chamar de prebiótico a qualquer coisa!

Para que uma substância possa ser considerada prebiótica, a sua estrutura química deve, inicialmente ser bem descrita. Devem ser realizados estudos pré-clínicos em laboratório e, depois, ensaios clínicos no homem para confirmar:

  • a sua resistência às enzimas digestivas (por exemplo, a acidez gástrica ou bílis) permite-lhe manter intacta a microbiota alvo, tal como a microbiota intestinal;
  • a sua seletividade e ação sobre os microrganismos visados;
  • alterações na microbiota e um efeito benéfico mensurável na saúde;
  • uma dose eficaz que não cause efeitos secundários16, 17, 18.

Não se deixe enganar; os prebióticos não são...

Fibras
A fibra é um glicídio dietético não digerível derivado principalmente de plantas. Podem ser fermentáveis (ou solúveis), como a pectina de maçã, ou não fermentáveis (ou insolúveis), como a celulose ou a lignina. As fibras solúveis são utilizadas pelos microrganismos da microbiota intestinal, mas geralmente pela maioria deles: não alimentam, portanto, "seletivamente" bactérias benéficas para a saúde19. No entanto, algumas fibras solúveis atuam apenas sobre bactérias que são benéficas para a saúde e são, portanto, consideradas prebióticas e, de facto, a maioria dos prebióticos são agora fibras. Mas os prebióticos podem ser algo diferente da fibra (tal como a lactulose), e nem toda a fibra é prebiótica. .

Probióticos
Os probióticos são microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem um benefício para a saúde do hospedeiro23,24. Para saber mais, é por aqui!

Fontes, funções, modo de ação...: tudo o que precisa de saber sobre os prebióticos

Descubra como são os prebióticos, onde são encontrados e como afetam os nossos microrganismos benéficos.

Um pouco de química: o que são os prebióticos?

Hoje em dia, os compostos que podem ser considerados prebióticos fazem principalmente parte da família dos glicídios complexos: os oligossacarídeos e os polissacarídeos25,26. Os oligossacarídeos são conjuntos, ou polímeros, de vários açúcares simples ou monossacáridos (geralmente de 3 a 10): glicose, frutose, galactose, etc. Os polissacarídeos contêm mais de 2027. No entanto, alguns prebióticos utilizados com menos frequência contêm apenas dois açúcares: são chamados dissacarídeos.

Os principais prebióticos são 

Os galacto-oligossacarídeos (GOS, às vezes chamados de TOS ou de transGOS)...

que contêm uma molécula de glicose e moléculas de galactose, um açúcar encontrado no leite. 

Note-se que os GOS faze parte da família dos “galactanos”31

Os fruto-oligossacarídeos (FOS)...

que contêm uma molécula de glicose e moléculas de frutose. As fontes naturais são principalmente as frutas e o mel.

Note-se que os FOS faze parte da família dos “fructanos”31

A inulina

um tipo de FOS, formada por várias moléculas de frutose e, principalmente, vindas da raiz da chicória.

Note-se que a inulina faze parte da família dos “fructanos”31

A lactulose

um dissacarídeo de galactose-frutose, também utilizado como medicamento para aliviar a constipação28, 29, 30.

Os FOS (entre os quais a inulina) e os GOS são os prebióticos cujo efeito nos microrganismos benéficos para a microbiota intestinal e a saúde são os mais reconhecidos cientificamente. Eles, atualmente, são as “estrelas” dos prebióticos32, 33. A dose recomendada para obter um efeito prebiótico é de 5 a 8 gr de FOS ou GOS por dia34.

Porém, outras substâncias estão em fase de teste do seu potencial prebiótico como:

  • outros hidratos de carbono complexos do tipo fibra: xilo-oligossacarídeos (XOS), isomalto-oligossacarídeos (IMO), polidextrose, oligossacarídeos de soja (SBOS), betaglucanos, pectina...;
  • derivados do amido, como os polióis: sorbitol, maltitol,...;
  • ácidos gordos poli-insaturados;
  • polifenóis, por exemplo: cacau ou chá35, 36, 37, 38.

GOS para os bebés!

O leite materno contém oligossacarídeos que alimentam as bifidobactérias e outras espécies de microrganismos que irão colonizar a microbiota do bebé amamentado, ajudam a desenvolver o sistema imunitário e metabólico do bebé e ajudam a uma boa digestão. Estes oligossacarídeos de leite humano (OlLH) são considerados prebióticos39. Muitas fórmulas de mamadeira para bebés contêm prebióticos que imitam os HMO tais como GOS ou FOS40.

Concretamente, onde se encontram?

Os prebióticos estão naturalmente presentes em numerosos alimentos de origem vegetal e no leite materno. Também são adicionados a alimentos como bolachas, cereais, bebidas e produtos lácteos, mas também a fórmulas para bebés41. Finalmente, estão disponíveis como suplementos alimentares42, sozinhos ou em combinação com probióticos, vitaminas, minerais, extratos de plantas, etc.

Fontes naturais de prebióticos

Muitas frutas, legumes, cereais e outros alimentos de origem natural são fontes de prebióticos. Por exemplo:

  • alcachofras, raiz de chicória, alho-porro, espargos (que contêm inulina);
  • banana, alho, cebola, mel, trigo (que contém FOS);
  • leite de soja e de aveia, caju, tremoços, grão-de-bico e pistácios (que contêm GOS)...43, 44.

Uma vez que estes alimentos são baixos em teor de prebióticos, o seu consumo ocasional pode não ter um efeito significativo na saúde45.

Os nossos antepassados caçadores-coletores consumiram muitos alimentos que continham prebióticos naturais e poderiam beneficiar de até 135 g por dia de ingestão. Este não é geralmente o caso da nossa dieta ocidental moderna, que fornece apenas 1 a 4 g por dia nos EUA e 3 a 11 g por dia na Europa46.

Os prebióticos são atualmente produzidos industrialmente, quer isolados de alimentos ricos em substâncias prebióticas, quer sintetizados a partir de açúcares como a frutose, a lactose ou a sacarose47, 48, 49.

Para que servem os prebióticos?

Se imaginarmos a nossa microbiota como um jardim, poderíamos dizer que os prebióticos servem como um "adubo" que favorece o crescimento destas belas plantas e não de ervas daninhas! E todo o organismo beneficia. Como em qualquer adubo, os prebióticos não são "necessários" para alimentar os microrganismos da microbiota.

Mas eles estimulam o crescimento e a atividade daqueles que têm um efeito benéfico sobre a saúde. Isto significa que ajudam a reequilibrar a microbiota, em particular aumentando a proporção de bactérias benéficas em detrimento das bactérias patogénicas, o que permite à microbiota desempenhar adequadamente as suas funções de digestão, assimilação de nutrientes, apoio às defesas naturais, etc50, 51.

Os prebióticos também promovem a produção de substâncias pelas bactérias durante o processo de fermentação que contribuem para o bom funcionamento do organismo e para a saúde52. Estes incluem o lactato e os ácidos gordos de cadeia curta (AGCC) acetato, propionato e butirato, que são ativos nos intestinos e também se espalham para o resto do corpo através da corrente sanguínea53. Servem como fonte de energia para o organismo e desempenham papéis importantes na nossa saúde, tais como a manutenção da integridade da barreira intestinal e a regulação do metabolismo dos açúcares e das gorduras54.

Finalmente, a produção destes AGCC reduz o pH (acidifica) do ambiente do cólon, o que também tem benefícios para a saúde, tais como melhor absorção de nutrientes e proteção mais eficaz contra micróbios55, 56.

Prebióticos partilhadores: seletivos mas não snobs!

Estudos recentes mostraram que o impacto dos prebióticos sobre a microbiota provavelmente vai mais longe do que o dos microrganismos que visam: as substâncias resultantes da sua transformação estimulam outras espécies bacterianas que podem beneficiar dos prebióticos57. É uma cadeia benéfica criada pela alimentação cruzada, onde o produto de uma bactéria serve de alimento para outra e assim em diante. Por exemplo, o acetato e o lactato, os principais metabolitos dos lactobacilos, são também utilizados por outros micro-organismos para produzir propionato e butirato58.

Como podem os prebióticos melhorar a saúde?

Como os prebióticos são um tópico científico relativamente novo, há menos resultados de investigação clínica sobre o seu efeito na saúde do que sobre os probióticos59. No entanto, sugerem que ao agir sobre o crescimento e metabolismo das bactérias benéficas da microbiota60, os prebióticos participam em várias funções importantes do organismo que são essenciais para melhor combater vários problemas61.

Reequilibrariam a microbiota para nos defender melhor contra os agentes patogénicos

Quando microrganismos como os lactobacilos e as bifidobactérias aumentam na microbiota graças aos prebióticos, a proporção de agentes patogénicos diminui. Além disso, absorvem nutrientes que de outra forma estariam disponíveis para os agentes patogénicos, retardando assim a sua colonização62. Além disso, durante a fermentação dos prebióticos, estas bactérias produzem compostos que reduzem o pH do ambiente cónico, o que também inibe o desenvolvimento de germes nocivos63, 64.

Estimulam as nossas defesas naturais

Os prebióticos melhoram as defesas imunitárias da microbiota intestinal, mas também de todo o organismo com o qual ela interage. A sua fermentação produz metabólitos (AGCC, peptidoglicanos...) que estimulam o sistema imunitário e regulam a produção de moléculas anti e pró-inflamatórias66, 67. Estudos têm demonstrado que a toma de prebióticos como o GOS aumentou o desempenho das células do sistema imunitário no sangue dos idosos68 e que uma mistura de FOS e inulina melhorou a resposta do sistema imunitário à vacinação contra a gripe69.

Reduziriam o risco de alergia

Pensa-se que os prebióticos reduzem a atividade de certas células imunitárias, os linfócitos auxiliares, que estão envolvidos em alergias. O efeito modulador dos prebióticos sobre a alergia foi particularmente observado em estudos de bebés: os que bebem leite enriquecido com GOS e FOS tinham menos dermatite atópica, asma e urticária do que os que bebem leites não enriquecidos70. No entanto, o efeito dos prebióticos sobre a alergia ainda não é certo71.

Regulam o trânsito intestinal

Devido à sua capacidade de se ligarem à água, pensa-se que os prebióticos tomados oralmente amolecem as fezes, tornando-as mais fáceis de passar72. Além disso, os AGCC que produzem poderiam também regular as hormonas envolvidas na motricidade intestinal73. A lactulose já é utilizada como medicamento para a obstipação, e já foram obtidos resultados encorajadores com prebióticos de baixa dose para aliviar alguns sintomas da síndrome do intestino irritável74. A União Europeia autorizou oficialmente a alegação de saúde "melhora a função intestinal" da inulina de chicória a 12g por dia, uma vez que as provas científicas para este efeito nos seres humanos são robustas75.

Facilitariam a absorção de minerais

Pensa-se que os prebióticos melhoram a absorção de minerais como o cálcio e o magnésio, com potenciais efeitos benéficos no crescimento ósseo nos adolescentes e na manutenção da densidade óssea nas mulheres na pós-menopausa76. Acredita-se também que os AGCC sejam benéficos para o metabolismo dos açúcares, uma vez que provocam o aumento da superfície de absorção pelas células intestinais e a solubilidade dos minerais, tornando-os, assim, mais fáceis de absorver77, 78.

Melhoram o metabolismo dos açúcares e das gorduras

Estudos têm demonstrado que alguns prebióticos têm um efeito positivo nos níveis de açúcar (glicemia) e gordura (tais como os triglicéridos) no sangue79, mas também na regulação da insulina em pessoas saudáveis e com diabetes80. A produção de AGCC pelas bactérias benéficas desempenha um papel neste efeito, mas os prebióticos também ajudam diretamente a manter a função de barreira da microbiota intestinal. De facto, retardam a passagem de certas moléculas como os lipopolissacarídeos bacterianos na corrente sanguínea, que podem causar inflamações crónicas envolvidas na diabetes e na obesidade81.

Contribuiriam para o controlo do apetite e da saciedade

Os AGCC produzidos pela fermentação de prebióticos nos intestinos poderiam regular o apetite e a saciedade. Estes são regulados pela libertação de vários mediadores num circuito complexo, dependendo da natureza da nossa ingestão alimentar (açúcares, proteínas, gorduras, etc.), do volume do nosso conteúdo estomacal, do nosso sistema nervoso digestivo e do nosso cérebro82. Entre estes mediadores estão as hormonas como a grelina, que estimula o apetite, e o peptídeo YY e o peptídeo 1 como glucagon, que induzem a saciedade. Pensa-se que os AGCC interagem com certos recetores de ácidos gordos e assim contribuem para uma diminuição da produção de grelina e um aumento da secreção de peptídeo YY e do peptídeo 1 como glucagon83.

Melhorariam a saúde da mucosa vaginal

Ao nutrir os lactobacilos da flora vaginal, os GOS poderiam reduzir o risco de infeção84.

Investigação dinâmica para revelar novos benefícios

Atualmente, outros potenciais benefícios para a saúde dos prebióticos estão ainda a ser estudados, principalmente em animais, com resultados iniciais promissores. Os prebióticos poderiam, por exemplo, lutar contra a transformação maligna das células. De facto, os seus produtos de fermentação como o butirato poderiam ter um efeito protetor contra o cancro colorretal. Alguns prebióticos poderiam também melhorar a memória e a concentração em pessoas de meia-idade, e até abrandar o declínio cognitivo em doenças como o Alzheimer. Finalmente, podem reduzir os níveis de triglicerídeos no sangue, o que teria um impacto positivo na saúde cardiovascular. Embora as provas dos benefícios dos prebióticos estejam a acumular-se, muito mais trabalho científico precisa de ser feito antes que mais recomendações sobre a utilização de prebióticos sejam emitidas pelas sociedades científicas85, 86.

Efeitos que podem variar entre si e nós!

O efeito dos prebióticos, tal como o dos probióticos, pode variar de uma pessoa para outra. Em primeiro lugar, depende da presença dos microrganismos que os prebióticos se destinam a alimentar na microbiota da pessoa. Também pode ser diferente em pessoas com genes que influenciam a composição da microbiota ou predispõem a certas doenças. Finalmente, pode ser modulado pelo estilo de vida de cada pessoa: hábitos alimentares, estado de saúde, toma de medicamentos, etc87,88. Os investigadores esperam fazer mais progressos no conhecimento dos efeitos dos prebióticos sobre a microbiota, mas também nas técnicas de análise da microbiota de cada pessoa, de modo a que possam ser feitas recomendações mais precisas e personalizadas89.

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"É bom saber"Comentário traduzido de Colette Pellerin (Da My health, my microbiota)

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"Muito obrigado por partilharem." - Comentário traduzido de Aline Dover (Da My Health, my microbiota)

"Sempre boas informações" Elsie Turner (From My Health, my microbiota)

BMI 22.52-Nov 22
Fontes

1 Gibson GR, Hutkins R, Sanders ME, et al. Expert consensus document: The International Scientific Association for Probiotics and Prebiotics (ISAPP) consensus statement on the definition and scope of prebiotics. Nat Rev Gastroenterol Hepatol. 2017;14(8):491-502
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89 Bedu-Ferrari C, Biscarrat P, Langella P, Cherbuy C. Prebiotics and the Human Gut Microbiota: From Breakdown Mechanisms to the Impact on Metabolic Health. Nutrients. 2022;14(10):2096

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Solution

Psoríase e microbiota

A psoríase é uma doença de pele de origem inflamatória, causada pelo facto da epiderme se renovar a si mesma demasiado rápido. Uma predisposição genética, associada a vários fatores incluindo o desequilíbrio da microbiota, faz com que o seu aparecimento seja mais provável.

A microbiota da pele

A psoríase é uma doença crónica que alterna entre períodos de surto e períodos de remissão, de extensão e intensidade variáveis.

A epiderme a renovar-se demasiado rápido

Na grande maioria dos casos, a psoríase apresenta-se na forma de manchas vermelhas cobertas por escamas brancas, localizadas principalmente nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e região lombar. Ainda que não seja nem grave, nem contagiosa é, ainda assim, onerosa e tem um impacto grande na qualidade de vida.

Uma microbiota intestinal empobrecida

O mecanismo inflamatório que caracteriza a psoríase é agora conhecido: a epiderme é renovada em 4 a 6 dias ao invés das normais 3 semanas, levando a uma acumulação de pele morte e inflamação localizada. Pelo contrário, a causa permanece desconhecida. Vários fatores de risco genéticos e ambientais foram identificados, mas agora temos de perceber como interagem. Sabemos que o stress, certos medicamentos (beta-bloqueadores, anti-hipertensores, interferão-alfa, etc.) e certas infeções ORL aumentam a probabilidade dos surtos. O papel da microbiota intestinal e cutânea tem também sido destacado. Na verdade, tem sido observado um desequilíbrio na composição da microbiota cutânea nas lesões psoriáticas por comparação com a pele saudável, ainda que a doença não esteja relacionada com nenhum agente patogénico em particular. Pela sua parte, parece que a microbiota intestinal controla a inflamação cutânea alterando a resposta imunitária. Os mecanismos moleculares exatos permanecem em grande parte desconhecidos. Contudo, suspeita-se que as sobre-representadas bactérias pró-inflamatórias causem a inflamação.

Sem cura

Até à data, não existe tratamento para curar a psoríase. O tratamento é baseado na aplicação de produtos com corticosteroides e análogos da vitamina D3 durante os surtos, em combinação com cremes hidratantes. A fototerapia é aconselhada nas formas alargadas, mas o seu uso deve ser limitado. As formas mais graves beneficiam de outros tratamentos que devem ser monitorizados com precaução. Investigação tem sido levada a cabo para avaliar o impacto dos probióticos na inflamação cutânea localizada e na disbiose.

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Doença

Lúpus - uma doença autoimune

Lúpus, também designado por lúpus eritematoso sistémico ou disseminado, é uma doença autoimune. A microbiota gastrointestinal pode estar envolvida nesta doença. 

A microbiota intestinal

O número de pessoas afetadas por lúpus é difícil de determinar. Estima-se que a sua prevalência em todo o mundo varie entre 10 a 150 casos por cada 100 000 pessoas, das quais a maior parte é mulher (85 %).

Quando o sistema imunitário ataca as suas próprias células

Por razões que permanecem desconhecidas, o sistema imunitário de pessoas afetadas pelo lúpus produz auto-anticorpos, que provocam reações inflamatórias e lesões que podem afetar todos os tecidos. Um leque alargado de sintomas resulta daí: fadiga, erupção cutânea, dor articular, olhos secos, perda de cabelo, trombose, febre, pleurisia e pericardite. A doença progride em surtos de duração e intensidade variáveis, que alternam com períodos de remissão. O diagnóstico do lúpus é confirmado por teste sanguíneo e a extensão das lesões é medida através de exames de imagem.

A causa é desconhecida, mas há fatores que predispõem para a doença

Ainda que as causas do lúpus permaneçam desconhecidas, vários fatores que predispõem para a doença foram identificados: estrogénios, uma disposição genética, certos medicamentos, radiação UV, stress e certos vírus (vírus Epstein-Barr). Trabalhos de investigação têm vindo a examinar o papel da microbiota intestinal. Na verdade, um desequilíbrio (disbiose) foi observado em doentes com lúpus durante o período de remissão. A microbiota pode ainda estar envolvida na produção de auto-anticorpos.

Reduzir e espaçar os surtos

Não há medicação que cure o lúpus. Contundo combinações de várias moléculas (anti-inflamatórios não-esteroides, antimaláricos, corticosteroides, imunossupressores e anticorpos monoclonais, dependendo da gravidade da doença) atenuam os surtos, limitam complicações e aumentam os períodos de remissão. Ao mesmo tempo, tratamentos de longa duração menos agressivos previnem o aparecimento de novas crises.

Se o papel da microbiota se confirmar, a sua modulação através da dieta ou de probióticos pode tornar-se uma opção terapêutica promissora.

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Doença

Arterite reumatoide

A arterite reumatoide é uma doença inflamatória das articulações que afeta muitas articulações. Uma das causas de que se suspeita é a interação da flora intestinal com uma predisposição genética específica. 

A microbiota intestinal
Actu PRO : Polyarthrite : le microbiote intestinal altéré dès les stades précoces

Aproximadamente 1 % da população adulta sofre de artrite reumatoide (AR), com maior prevalência nas mulheres do que nos homens.

Uma doença autoimune que progride em surtos

A AR é uma doença autoimune que progride em surtos e que causa inflamação persistente das articulações, sobretudo nos pés e nas mãos. Inchaço, dor e rigidez das articulações são os sintomas principais. Sem tratamento médico, a AR espalha-se para novas articulações e deforma-as ou até as destrói, progressivamente.

Uma predisposição genética emparelhada com desequilíbrio da microbiota

Apesar de existirem genes para a predisposição da AR, não são suficientes para causar a doença. Interagem com fatores ambientais, entre os quais as microbiotas intestinal e bocal vêm sendo consideradas. Na verdade, os doentes apresentam desequilíbrios microbianos (disbiose) muito similares aos observados em doentes afetados por doenças inflamatórias dos intestinos e que diminuem com o tratamento.

Probióticos como terapia adjuvante

Não há tratamento que cure a AR, mas há formas de abrandar a sua progressão e aliviar os sintomas: medicação para a dor, terapia de controlo (imunossupressores ou biofármacos), reabilitação (terapia física, ergoterapia, balneoterapia, etc.). Probióticos foram recentemente utilizados como terapia suplementar, o que é considerado uma abordagem promissora.

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Doença

Transtornos do espetro do autismo

Transtornos do espetro autismo (TEA) referem-se a um conjunto de doenças neurobiológicas que afetam as interações sociais. Podem ter uma origem gastrointestinal. 

Actu PRO : Autisme : découverte d’un nouveau lien avec le microbiote intestinal

Os TEA incluem o autismo, claro, mas também a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Landau-Kleffner e a PGD-SOE (Perturbação Global do Desenvolvimento Sem Outra Especificação).

Rapazes 4 vezes mais afetados que raparigas

Em todo o mundo, os transtornos do espetro autismo afetam aproximadamente uma em cada 160,2 crianças, afetando 4 vezes mais os rapazes que as raparigas.
Apesar da diversidade dos transtornos, os TEA têm características em comum: problemas de comunicação, alterações nas relações sociais, interesses limitados e problemas de comportamento.

Sinais indicativos para estar atento

Certos sinais indicativos devem ser vistos em consulta: uma criança que seja indiferente aos sons em seu redor, que não aponte com o dedo, que evite o contacto com os olhos, que não reage a separações ou encontros, cujas atividades motoras sejam limitadas e repetitivas, etc. Apenas um especialista pode sugerir ou excluir um diagnóstico de TEA e definir o tratamento.

Causas ainda desconhecidas

Ainda que as causas para os transtornos do espetro autismo permaneçam desconhecidas, investigadores têm estudado de perto as causas relacionadas com fatores ambientais e genéticos. Além disso, estudos clínicos têm demonstrado a existência de disbiose em crianças autistas,5 associada a uma alteração na atividade metabólica na microbiota intestinal.

Nenhum tratamento até à data

Esta descoberta leva à ideia de que corrigir desequilíbrios no ecossistema digestivo pode melhorar as anomalias comportamentais nos TEA e abrir novas perspetivas terapêuticas. Estudos clínicos acerca das conexões biológicas entre o autismo e a microbiota intestinal têm vindo a ser avaliados.

Até à data, nenhuma medicação cura os TEA; um tratamento específico para as necessidades de cada criança pode, ainda assim, melhorar consideravelmente a sua qualidade de vida.

Recomendado pela nossa comunidade

"Obrigado pela consciencialização" - Comentário traduzido de Marge OBrien (Da My health, my microbiota)

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Doença

Fibrose Quística

A fibrose quística é uma doença genética rara que se manifesta através de problemas respiratórios e digestivos graves. Parece haver uma ligação entre estes sintomas e a microbiota gastrointestinal. 

A microbiota ORL

Estima-se que 105.000 pessoas foram diagnosticadas com fibrose quística em 94 países. A França foi o primeiro país do mundo a introduzir o rastreio à nascença.

Alteração na proteína CFTR envolvida

A fibrose quística é causada por uma alteração na proteína CFTR (do inglês, Cystic Fibrosis Transmembrane conductance Regulator), resultante de uma mutação no seu gene. A proteína CFTR normal regula trocas de água e sais minerais ao longo das membranas celulares. Quando existe uma alteração nesta proteína, há um aumento na viscosidade do muco, fazendo com que este se acumule no trato respiratório e digestivo. Esta acumulação é o cenário ideal para infeções bacterianas no trato respiratório e pode levar mesmo levar a falência respiratória. No sistema digestivo, a fibrose quística leva a insuficiência pancreática que afeta a digestão, a absorção de nutrientes, o crescimento e manifesta-se com alternância entre diarreia e obstipação.

Desequilíbrio na microbiota

Um desequilíbrio na microbiota intestinal pode estar associado aos sintomas respiratórios da fibrose quística. Esta disbiose, observada antes do aparecimento dos primeiros sinais, pode ser agravada pela doença e estar associada ao tratamento com antibióticos. Contribui para a subnutrição, atrasos no crescimento e, mais comummente, para complicações digestivas e respiratórias nestes doentes.

Reduzir sintomas

O tratamento a estes doentes é dado em centros especializados; o seu objetivo específico é limpar os brônquios usando descongestionantes brônquicos e broncodilatadores, em combinação com sessões de reabilitação respiratória. A cada três a quatro meses, é prescrito tratamento com antibióticos. Problemas digestivos são tratados com uma dieta hipercalórica, suplementada com extratos pancreáticos e vitaminas.

No futuro, novas estratégias terapêuticas que visem impactar a microbiota durante as primeiras semanas de vida através da amamentação ou do uso de probióticos poderão atrasar as lesões respiratórias, reforçar o sistema imunitário destes doentes e, como resultado, reduzir a morbilidade e mortalidade associadas à fibrose quística.

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Doença

Infeções respiratórias de inverno

Constipação, bronquite, inflamação por Streptococcus… é difícil passar o inverno sem ser afetado por pelo menos uma destas infeções respiratórias. Em termos preventivos, a terapêutica probiótica pode estimular as defesas imunitárias. 

A microbiota pulmonar

As doenças de inverno, que são a maior parte das vezes virais, têm geralmente sintomas semelhantes à gripe (vírus influenza), sendo por isso que são chamadas doenças semelhantes à gripe ou sintomas semelhantes aos da gripe.

Sintomas semelhantes aos da gripe, muitas vezes confundidos com gripe

Os sintomas semelhantes aos da gripe incluem alguns ou todos os seguintes sintomas: febre > 38.5º C, arrepios, tosse, fadiga, dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, pingo no nariz, etc. Apenas análises ao sangue podem confirmar a infeção por vírus influenza.

Sobrecarga do sistema imunitário

As defesas imunitárias intestinas protegem de ataques por agentes patogénicos como bactérias e vírus. Contudo, no inverno, o sistema imunitário é atacado com maior frequência. Passamos mais tempo confinados e os espaços são menos arejados. Como resultado, é transmitida uma maior quantidade de micróbios em circulação (ar expirado, tosse, espirros).

Estudos sobre a terapia probiótica

A natureza viral das infeções respiratórias de inverno exclui imediatamente o uso de antibióticos. O tratamento é sintomático: paracetamol, em conjunto com hidratação e descanso, está na base das prescrições médicas.
O uso de probióticos tem-se provado eficaz em estudos clínicos das doenças respiratórias de inverno. O uso diário de probióticos por vários meses reduz a febre, o pingo no nariz e a tosse. Leva ainda à redução da prescrição de antibióticos e ao número de dias de doença.

Recomendado pela nossa comunidade

"Tomar um prebiótico e um probiótico é útil . Um intestino saudável é um sistema imunitário saudável." - Sharon Smerek (Da My health, my microbiota)

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Doença

Doenças inflamatórias do intestino (DII)

As Doenças Inflamatórias do Intestino (DII) incluem a Doença de Crohn e a colite ulcerosa. Estas doenças não têm influência na esperança de vida, mas alteram significativamente a qualidade da mesma. Os planos terapêuticos estão a começar a visar a microbiota. 

A microbiota intestinal
DII
IBD the role of gut microbiota viruses

A DII, a Doença de Crohn e a colite ulcerosa são caracterizadas por inflamação na parede de parte do trato digestivo, que está relacionada com hiperatividade do sistema imunitário digestivo. Durante as crises na DII, os sintomas mais comuns são a dor abdominal e a diarreia, que pode por vezes ser hemorrágica. Estas doenças podem ainda apresentar sinais em sistemas fora do trato digestivo, incluindo nas articulações e nos sistemas oftálmico, cutâneo e hepático.

As DII afetam 1 em cada 1000 pessoas na Europa Ocidental e aparecem mais frequentemente entre os 20 e os 40 anos. Estas doenças seguem percursos intermitentes, com alternância entre períodos de surto e remissão. Na Doença de Crohn, esta inflamação pode estar localizada em todas as porções do sistema digestivo, da boca ao ânus, ainda que seja mais comummente encontrada no intestino. A colite ulcerosa localiza-se no reto e no cólon.

Doenças multifatoriais

As causas de DII incluem predisposição genética, fatores ambientais como a poluição e a dieta, o sistema imunitário e a microbiota intestinal. As DII podem ainda ser causadas por uma diminuição à exposição a microrganismos durante a infância, resultante de uma higiene excessiva, por exemplo.

Conteúdo intestinal modificado

A microbiota intestinal parece desempenhar um papel importante, ainda que pouco conhecido, na inflamação característica das DII. Numerosos estudos têm observado disbiose nestes doentes, i.e., uma alteração no equilíbrio da microbiota, relacionado com fatores genéticos e ambientais. As bactérias anti-inflamatórias, em particular, estão enfraquecidas. Esta desregulação altera o conteúdo microbiano do intestino e pode levar a inflamação crónica.

Esperança no tratament

Não há terapêutica que cure, mas os anti-inflamatórios podem ajudar nas crises dolorosas. Hoje em dia, o tratamento inclui terapêutica com corticosteroides, tratamento com chamados “imunomoduladores”, que consegue diminuir as reações do sistema imunitário, como os inibidores do TNFα, e cirurgia, em 80 % dos casos na Doença de Crohn e 20 % na colite ulcerosa. Raramente estas medidas promovem uma cura definitiva. Investigadores estão atualmente a tentar identificar o papel da microbiota nas DII, tentando reduzir a presença de agentes patogénicos e aumentar o crescimento de microrganismos bons.

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Doença Off

Eczema alérgico

O eczema alérgico, ou dermatite atópica, é uma doença da pele que combina a secura da pele com comichão. Não contagioso, este problema de pele aparece provavelmente por predisposição para alergias, onde a microbiota desempenha um papel importante. 

A microbiota da pele

Três vezes mais comum do que há 30 anos, hoje, o eczema afeta até 20 % das crianças. Tornou-se o problema de pele mais comum na infância nos países desenvolvidos. Contudo, na maioria dos casos, o eczema desaparece na adolescência e apenas 10 a 15 % dos doentes fica afetado para o resto da vida.

Uma resposta imunitária excessiva

O eczema está relacionado com uma predisposição genética que altera a barreira cutânea. Esta alteração abre caminho para que alergénios penetrem na pele, o que causa uma resposta imunitária excessiva. Podem ainda estar envolvidas alterações, observadas nestes doentes, na composição e diversidade das microbiotas intestinal e cutânea.

O eczema aparece muito cedo na infância (entre os 1 e os 3 meses) com pele áspera e seca e o aparecimento de manchas vermelhas que dão muita comichão durante as crises inflamatórias.

Limitar a irritação da pele

O tratamento para o eczema tenta, primeiro, limitar a irritação da pele (vestindo roupas de algodão, usando géis sem sabão, sendo cauteloso a lavar a pele, etc.) e reduzir as lesões cutâneas através de cremes hidratantes e esteroides de uso tópico. Nos casos mais graves, o médico pode prescrever anti-histamínicos a curto prazo.

Os probióticos melhoram os sintomas

Outra abordagem: corrigir a disbiose (desequilíbrio na flora intestinal) modificando as microbiotas intestinal e cutânea. Vários estudos têm mostrado que os probióticos melhoram os sintomas do eczema (em particular lactobacilos) e reduzem a inflamação intestinal nos bebés afetados. Dados como tratamento preventivo na mulher grávida, podem reduzir a frequência dos sintomas no bebé.

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